O pior da poesia
é subir dia após dia
correnteza de fantasmas,
chegar mais cedo em casa
e flagrar o namorado
com outro livro.
[‘Canções Urbanas -4″, Glaucio Aranha, 2016]

O pior da poesia é subir dia após dia correnteza de fantasmas, chegar mais cedo em casa e flagrar o namorado com outro livro. [‘Canções Urbanas -4″, Glaucio Aranha, 2016]

O pior da poesia
é subir dia após dia
correnteza de fantasmas,
chegar mais cedo em casa
e flagrar o namorado
com outro livro.
[‘Canções Urbanas -4″, Glaucio Aranha, 2016]

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