O Forte

Eu estava de pé no Forte, contemplando a morte do Sol. Eu de pé: o forte aos olhos dos outros. Bramindo os lábios como nuvens, chorando em gotas de suor. Lá, no início de Tudo, o mar. Ah, mar, tão improvável! [“O Forte”, Glaucio Aranha, Cabo Frio,  29/01/2000]

Eu estava de pé no Forte,

contemplando a morte do Sol.

Eu de pé: o forte

aos olhos dos outros.

Bramindo os lábios como nuvens,

chorando em gotas de suor.

Lá, no início de Tudo, o mar.

Ah, mar, tão improvável!

[“O Forte”, Glaucio Aranha, Cabo Frio,  29/01/2000]

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