O processo criativo na indústria do audiovisual é uma jornada fascinante que envolve uma série de etapas interligadas, desde a concepção do roteiro até a materialização do imaginário na tela. Neste processo, uma série de fases se entrelaçam para criar as obras cinematográficas e televisivas que tanto apreciamos: a concepção do roteiro, o desenvolvimento visual, a pré-produção, a produção, a pós-produção, a distribuição, e, finalmente, a recepção.
Trata-se de um processo de criação com intricada sinergia entre diversos agentes (como roteiristas, diretores, produtores, executivos e elencos), tecnologias avançadas e decisões corporativas. A análise do processo criativo nesse setor requer uma compreensão profunda de como esses elementos, que entrelaçam aspectos artísticos e comerciais, influenciam a formação dos universos imaginários que filmes e séries compartilham com seu público. No artigo “Processo criativo na indústria do audiovisual: do roteiro ao imaginário“, publicado na revista Galaxia, Sílvio Antonio Luiz Anaz busca compreender esse processo, que se desenvolve de maneira colaborativa e sob a influência das dinâmicas de mercado, bem como através de uma série de aspectos psicoculturais.
O artigo se baseia na perspectiva heurística do imaginário (segundo abordagens de Eliade, Durand e Barros), incorporando o conceito de arquétipo de Jung e empregando o método mitocrítico. Os resultados obtidos abrangem tanto a cartografia detalhada do processo de criação quanto a formulação preliminar de um método para analisar a gestação criativa na indústria do audiovisual.
O tema será discutido no dia 21/08, às 13h, na reunião do grupo de estudos “Tecnologias, Artes e Semioses na Educação em Saúde”, no Laboratório de Vídeo Educativo (LVE), do Instituto Nutes da UFRJ, na sala 47, subsolo, Bloco A, do Centro de Ciências da Saúde (CCS), na Ilha do Fundão, Rio de Janeiro (RJ).
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