Andam em luzes prismicamente opostas, Os artigos do sexO.
Ventaneamente brísicos luam suas faces, aquosidades e reflexos.
Andam em luzes prismicamente opostas, Os conceitos do sexO.
Consensual apenas que o eclíptico é defeso, indesejado e inepto.
Andam em luzes prismicamente opostas, Os matizes do sexO.
Quão sensual o eclipse imantando o humanolhar perplexo.
Andam em luzes prismicamente opostas, Os talheres do sexO.
Crepusculam alvoreceres em talhítico e epicúrico protesto.
Andam em luzes prismicamente opostas, Os jazigos do sexO.
Definitivamente cristicrucificando a centrípeta antifórmula do inverso.
Andam em luzes prismicamente opostas, Os artigos do sexO.
Até que O OlhO nO OlhO dO OutrO Ocorre.
[“Eclipse”, Glaucio Aranha, 2016]

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