Ficto Cactos:
cacos, o Amor em frangalhos,
esparramado no chão,
sem razão.
NÃO!
Ficto cactos:
Catedral do Amor no olhar
a espumar gritos:
“LEVATE!”,
“ADIANTE!”,
“AVANTE!”.
Tento desfraudar a falta
de flor
e falho.
Ficto cactos:
nenhuma suculência,
só espinhos.
[“Ficto cactos”, Glaucio Aranha, 10/09/1997]

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