Quando a Guanabara

– linda! –

abre seus dentes de luzes

nas margens da noite…

 

(Te amo!)

 

E mesmo quando,

sobre mim,

caem noites duras e pontiagudas,

suspiro brisas

lembrando do riso de luzes

da Guanabara.

[“Baile de luzes”, Glaucio Aranha, 18/08/2003]

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