Já não era eu quem via.
Era eu a via.
Havia
linda cabeleira de nuvens
bela cerração
no Dedo de Deus.
Havia a terra de Tereza,
o frio de Tereza,
o calor de Teresa.
Tudo alí.
Havia a serra alta;
a serra calma;
bromélias floridas;
hortências aos montes
à beira da vua de acesso
à terra de Tereza.
[“Teresópolis”, Glaucio Aranha, 2002]

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